5 Benefícios para a Saúde do Consumo de Comestíveis de Cannabis

09 September 2020
Depois de ler sobre os benefícios para a saúde dos comestíveis de cannabis, você vai desejar tê-los incluído em sua dieta antes!
09 September 2020
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5 Benefícios para a Saúde do Consumo de Comestíveis de Cannabis

Conteúdos:
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  • 1. História dos comestíveis de cannabis
  • 2. Comer cannabis é mais saudável que fumar
  • 3. Ajuda na insônia, ansiedade e transtornos mentais
  • 3. a. Problemas de sono e ansiedade
  • 3. b. Transtornos mentais
  • 4. Alívio de inflamação e dor
  • 5. Alternativa para tratamento de convulsões
  • 6. Sistema gastrointestinal seguro
  • 7. Sem impacto nos pulmões
  • 8. Como fazer comestíveis em casa
  • 8. a. Como fazer Óleo de coco com cannabis
  • 8. b. Como descarboxilar a maconha antes de fazer comestíveis
  • 9. Conclusão e recomendações

Os comestíveis de cannabis estão se tornando cada vez mais populares devido aos seus inúmeros benefícios para a saúde e, além disso, são saborosos! Agora você pode encontrá-los praticamente em qualquer loja próxima e em diversas formas, como balas, infusões ou assados. Você já ouviu o termo, mas o que exatamente são comestíveis de cannabis? Como o nome sugere, esses produtos envolvem o consumo oral de cannabis, ao invés de fumar ou vaporizar a planta. O hábito de ingerir cannabis remonta a milhares de anos na história da humanidade, e fazê-lo gera um efeito muito diferente. Quando se trata de maconha, a via de administração faz toda a diferença. Enquanto fumar leva a um efeito imediato, os comestíveis demoram muito mais tempo para fazer efeito. No entanto, muitos usuários acham que a espera vale a pena. Por quê? Porque produz uma experiência muito mais intensa. Comer cannabis leva os compostos ativos através do sistema digestivo e do fígado, dando origem a um composto que é muito mais potente que o THC inalado. Abaixo, você vai descobrir tudo que precisa saber sobre comestíveis de cannabis, incluindo sua história e como eles podem ajudar corpo e mente.

1. História dos Comestíveis de Cannabis

No entanto, alimentos e bebidas à base de maconha são consumidos há séculos, chegando até 1000 a.C. Eles eram usados tradicionalmente como forma de medicina em países como Índia e China antigas e, no século XIX, foram introduzidos na medicina ocidental para tratar pacientes com várias condições, como problemas digestivos, ansiedade e dor. Os comestíveis de cannabis estão agora recuperando seu espaço no campo médico à medida que mais pacientes optam por maneiras naturais de tratar seus problemas de saúde. Até hoje, já são 46 países ao redor do mundo que aprovaram o uso legal da maconha medicinal.

2. Comer Cannabis é Mais Saudável que Fumar

Se você é novo no universo da maconha medicinal, pode se perguntar como a cannabis pode ter efeitos positivos na sua saúde. Para começar, a cannabis possui uma grande variedade de compostos e seus efeitos podem variar bastante de acordo com o método de consumo. Por exemplo, quando fumamos maconha, ela é absorvida pela corrente sanguínea, trazendo um efeito mais imediato, mas por um período mais curto. Ao ingerir comestíveis de cannabis, processamos esses compostos no fígado, através do sistema gastrointestinal. Isso resulta em mais tempo para a cannabis agir, mas também em efeitos mais prolongados e intensos do que quando fumada.

 

Comer Cannabis é Mais Saudável que Fumar

Comer Cannabis é Mais Saudável que Fumar.
 

Portanto, podemos dizer que, dadas as diferenças entre os métodos de administração, existem também diferentes repercussões à saúde. No entanto, ao consumir comestíveis de cannabis, você não apenas evita os malefícios de fumar a planta, como também usufrui de diversos benefícios para a saúde relacionados ao seu consumo. 

Consumir maconha fumando ou vaporizando — embora estes dois métodos também apresentem algumas diferenças — apresentou alguns efeitos negativos ao nosso corpo, pois fumar, seja o que for, não faz bem a ninguém. 

Cigarros e baseados apresentam riscos à saúde porque usam altas temperaturas para queimá-los. Essa combustão resulta na criação de subprodutos nocivos conhecidos como carcinógenos, que estão associados ao câncer e a outras doenças. Embora a vaporização utilize temperaturas mais baixas para extrair cannabinoides e terpenos do material vegetal, esse método também possui seus próprios riscos à saúde.

Ao consumir cannabis via oral, os usuários evitam questões associadas à inalação de fumaça e vapor. No entanto, os comestíveis também apresentam seus desafios. Primeiro, demoram mais para fazer efeito. Segundo, os canabinoides administrados via oral têm baixa biodisponibilidade, ou seja, o corpo tem dificuldade em absorvê-los. Mas os fabricantes estão resolvendo essas questões criando produtos que atravessam a barreira intestinal com mais facilidade. Vamos conferir alguns dos benefícios dos comestíveis de cannabis listados abaixo para descobrir se eles são ideais para você.

3. Ajuda na Insônia, Ansiedade e Transtornos Mentais

Começando pelos aspectos técnicos, há dois principais compostos encontrados na cannabis: o tetrahidrocanabinol — conhecido como THC — e o canabidiol — CBD. O primeiro, THC, é o principal responsável pelos efeitos psicoativos da maconha, causando sensações de relaxamento, euforia e o famoso “barato”. Já o CBD pode apresentar efeitos de alívio da ansiedade para mente e corpo. Portanto, se você busca cannabis como auxílio para dormir, deve optar por strains dominantes em THC. Neste ponto, é importante considerar as diferenças entre as strains de maconha: Indica, Sativa ou híbridas. Para entender como a cannabis influencia o corpo humano, é necessário compreender o sistema endocanabinoide (ECS). Conhecido como regulador universal, o ECS ajuda o corpo a manter o equilíbrio biológico, chamado homeostase. O ECS possui três partes distintas: moléculas sinalizadoras chamadas endocanabinoides, receptores aos quais os endocanabinoides se ligam e enzimas que constroem e decompõem essas moléculas sinalizadoras.

 

Efeitos do CBD vs THC

Enquanto o THC é principalmente responsável pelos efeitos psicoativos, o CBD possui efeito ansiolítico.
 

Esses componentes estão presentes por todo o corpo, desde o sistema nervoso central e imunológico até a pele, ossos e músculos. A amplitude de atuação do ECS mostra a importância dele para o funcionamento do organismo. Exemplos-chave de homeostase incluem a capacidade do ECS de modular disparos de neurotransmissores, metabolismo ósseo, apetite, regulação energética e humor. Curiosamente, compostos da cannabis são chamados de fitocanabinoides (“fito” significa “planta”) e podem interagir com o ECS porque têm estrutura similar aos nossos endocanabinoides.

Isso significa que moléculas como THC podem influenciar a mais importante rede reguladora do corpo humano. O THC atua ligando-se aos receptores chamados CB1 e CB2. Por outro lado, CBD tem baixa afinidade de ligação com desses receptores, atuando principalmente ao interferir no modo de ação das enzimas do ECS e, assim, aumentando temporariamente os níveis de endocanabinoides. Agora que você já entende melhor como funcionam os compostos da cannabis no organismo, vamos para alguns dos benefícios que os comestíveis podem trazer. 

Problemas de Sono e Ansiedade

Indica é a strain conhecida por suas propriedades calmantes e relaxantes, por isso é esse tipo de strain que você deve procurar para tratar problemas de sono e ansiedade. As strains Sativa geralmente proporcionam sensações de alegria, excitação e energia, então evite-as se seu objetivo é dormir melhor. Por fim, as strains híbridas combinam diferentes níveis de Indica e Sativa, proporcionando um efeito mais equilibrado entre relaxamento e energia. 

 

Comestíveis de cannabis podem ajudar a melhorar a qualidade do sono

Comestíveis de cannabis podem ajudar a melhorar a qualidade do sono.
 

Além do tipo de strain escolhido, o método de consumo pode influenciar bastante nos efeitos. Quando se trata de comestíveis, como mencionamos, eles proporcionam um efeito muito mais potente do que ao fumar e também com maior duração. Portanto, consumir comestíveis de cannabis ou infusões antes de dormir pode ajudar pacientes a melhorar seu padrão de sono. Para quem enfrenta ansiedade, uma pequena dose de maconha pode ser a chave para relaxar.

Transtornos Mentais

Outro aspecto interessante dos comestíveis de cannabis é sua eficiência no tratamento de transtornos mentais como depressão e transtornos alimentares, como anorexia e bulimia. Quando a maconha atua em pacientes nessas condições, ajuda-os a silenciar a voz controladora da doença, relaxar e aliviar o estresse. 

 

A cannabis ajuda a combater transtornos alimentares

A cannabis ajuda a combater transtornos alimentares.
 

Por exemplo, consumir cannabis é uma forma eficaz de ajudar pessoas com anorexia a recuperar o apetite e superar a culpa relacionada à alimentação que o transtorno provoca. Além disso, caso não conheça o termo munchies, é um efeito muito comum sentir uma fome extrema e aproveitar ainda mais a comida depois de consumir maconha.

4. Alívio de Inflamação e Dor

Outro efeito positivo pelo qual o CBD é famoso é sua ação analgésica e anti-inflamatória. Explicando resumidamente e de forma química, quando os componentes de CBD presentes nos comestíveis atingem os receptores chamados vaniloides — células que recebem estímulos — a interação resulta em menor inflamação e menor percepção da dor. Por isso, muitos pacientes com condições crônicas escolhem consumir comestíveis de cannabis diariamente como uma forma mais natural de lidar com suas condições. 

 

Propriedades analgésicas e anti-inflamatórias da Cannabis

Propriedades analgésicas e anti-inflamatórias da Cannabis.
 

Hoje, o óleo de CBD e comestíveis já se mostraram eficazes para pacientes que precisam tratar:

  • artrite
  • dor crônica
  • câncer
  • fibromialgia 
  • dor causada por esclerose múltipla
  • dor muscular
  • lesões na medula espinhal e outros

No entanto, não é necessário ter uma condição crônica para aproveitar o alívio da dor proporcionado pela cannabis. Muitos atletas e pessoas ativas consomem comestíveis como forma de relaxar o corpo e se recuperar após treinos intensos.

5. Alternativa para Tratamento de Convulsões

Devido ao efeito ansiolítico e relaxante corporal, os comestíveis de cannabis têm se mostrado uma alternativa eficiente no tratamento de convulsões. Isso se deve aos componentes THC-CBD atuando juntos no cérebro e corpo dos pacientes, ajudando-os a lidar com os sintomas. Embora sejam necessárias mais pesquisas, alguns estudos já demonstraram a eficácia do CBD para ajudar a controlar convulsões em crianças. Além disso, a cannabis medicinal não apresenta os efeitos colaterais indesejados encontrados em medicamentos tradicionais para tratar a epilepsia

 

Comestíveis podem ser uma alternativa no tratamento de convulsões

Comestíveis podem ser uma alternativa no tratamento de convulsões.
 

Por esse motivo, comestíveis de maconha e infusões vêm ganhando popularidade para o tratamento de epilepsia, doença de Parkinson e enxaquecas. Além disso, a cannabis tem sido testada com sucesso em disfunção psicomotora e espasticidade associada à esclerose múltipla.

6. Sistema Gastrointestinal Seguro 

Quantas vezes você já teve problemas de estômago após uma semana tomando medicamentos para tratar alguma doença, como febre ou gripe? Esse é um dos tipos mais comuns de lesões induzidas por medicamentos, seja com prescrição ou de uso livre. Isso acontece, principalmente, com anti-inflamatórios não esteroides1. Ao tomar esses medicamentos por longos períodos, alguns pacientes podem apresentar efeitos colaterais, como inflamação na mucosa do estômago (gastrite), úlceras, sangramento e/ou perfuração.

 

Comestíveis protegem seu sistema digestivo

Comestíveis protegem seu sistema digestivo.
 

No entanto, ao contrário desses medicamentos, comestíveis de cannabis não demonstraram causar efeitos negativos no sistema digestivo mesmo em uso diário. E mais: os comestíveis são saborosos, o que é uma vantagem para quem sofre com problemas digestivos ou doenças crônicas. Assim que você tiver o primeiro contato com o universo dos comestíveis de maconha, verá uma série de receitas divertidas e gostosas para incluir na dieta, tornando o processo de melhorar a saúde muito mais divertido.

7. Sem Impacto nos Pulmões

Apesar de fumar maconha trazer efeitos positivos para corpo e mente, não podemos ignorar o impacto negativo da fumaça nos nossos pulmões. A fumaça da cannabis irrita garganta e pulmões, podendo inclusive causar tosse intensa durante o uso. 

 

Comestíveis não afetam os pulmões

Comestíveis não afetam os pulmões.
 

Ao fumar maconha, também são produzidos altos níveis de substâncias químicas voláteis e alcatrão durante a combustão, similares à fumaça do tabaco, o que pode estar associado a câncer e doenças pulmonares. Por esse motivo, muitos pacientes optam por comestíveis, que têm zero impacto nos pulmões, pois são processados através do sistema digestivo. Além disso, comestíveis de cannabis também podem ser utilizados no tratamento de crianças pequenas que não têm idade para fumar.

8. Como Fazer Comestíveis em Casa

Pronto! Agora você já sabe praticamente tudo sobre os comestíveis... Menos como prepará-los! Com a legalização da cannabis, as opções de comestíveis à venda são as mais variadas: de brownies clássicos a super balas, bebidas aromatizadas, barras energéticas, chocolates, carne seca, cereais matinais dosados para quem quer acordar “do fogo” (mas não gosta de fumar), molhos de pizza, frutas secas, batatas chips, vodca medicada... a lista é quase infinita e cresce a cada ano.

Mas que tal fazer os seus próprios comestíveis? Ao contrário do que muitos pensam, preparar comestíveis em casa é super fácil. Mesmo sem muita experiência na cozinha, você pode preparar óleo de coco infusionado com cannabis e criar snacks deliciosos e saudáveis.

Como Fazer Óleo de Coco com Cannabis

Ok, essa receita pode ser feita com qualquer óleo (ou manteiga), mas passamos a usar óleo de coco nos comestíveis há alguns anos e nunca mais voltamos atrás — por alguns motivos importantes...

 

  • Óleo de coco é muito mais saudável que manteiga, com diversos benefícios para a saúde, incluindo alto teor de ácido láurico, um ácido graxo de cadeia média conhecido por trazer vários benefícios ao bem-estar.
  • Óleo de coco é versátil, com vida útil longa e sabor agradável.
  • É vegano.
  • Funciona em receitas doces e salgadas.
  • Canabinoides são lipossolúveis. O óleo de coco absorve mais canabinoides do que a manteiga, graças ao alto teor de gordura. A manteiga tem cerca de 60% de gordura; óleo de coco chega perto de 90%, sendo muito melhor para infusão.
  • O sabor é melhor (opinião pessoal, mas a maioria concorda)

 

Existem várias formas de fazer óleo de coco com cannabis, mas sempre preferimos a opção slow-cook, pois garante maior extração dos canabinoides da planta para o óleo. Mas antes de aprender a infundir o óleo ou manteiga, precisamos falar rapidamente sobre a descarboxilação...

Descarboxilar é um processo fundamental antes de infundir cannabis em qualquer receita. Basicamente, descarboxilar sua maconha ativa os canabinoides presentes na planta e os torna absorvíveis pelo corpo. Sem esse processo, você não terá o efeito desejado dos comestíveis (não vai sentir o “barato”, pois os canabinoides não estão biodisponíveis para digestão antes de serem descarboxilados). Então, já que vai se dedicar — vale fazer direito.

Como Descarboxilar a Maconha Antes de Fazer Comestíveis

Descarboxilar é fácil. Basta:

 

  • Pré-aquecer o forno na temperatura mais baixa possível, aproximando-se de 110°C (ou 230°F). Se o seu forno for mais quente, deixe a porta entreaberta.
  • Pique os buds em pequenos pedaços ou use o moedor.
  • Forre uma assadeira com papel manteiga, distribua os buds uniformemente e cubra com papel alumínio.
  • Coloque no forno pré-aquecido e deixe por 10 a 15 minutos.
  • Vire os buds e asse por mais 10 minutos.

 

Pronto! Agora seus buds estão secos, crocantes e levemente dourados. Com a maconha descarboxilada, você já pode infundir no óleo e seguir para a receita!

Ingredientes

  • 500 ml de óleo de coco extravirgem
  • 7 a 14 gramas de flor ou trim de cannabis descarboxilada
  • 3 litros de água

Equipamentos

  • Uma panela elétrica slow cooker ou uma panela grande
  • Um coador de metal bem fino ou um pano de queijo
  • Uma tigela grande de metal ou vidro
  • Um pote ou recipiente para armazenar o óleo. Qualquer um serve, desde que seja hermético

Modo de preparo

  • Misture o óleo de coco e a água na slow cooker ou panela e leve à fervura.
  • Assim que ferver, diminua ao mínimo. O líquido deve se manter a cerca de 90°C antes de adicionar a maconha. Se não tiver termômetro, observe se formam pequenas bolhas no fundo — mas sem ferver.
  • Quando atingir a temperatura, adicione a maconha e mexa bem.
  • Quanto mais tempo a infusão, melhor. Mais de 6 horas é suficiente, mas se puder deixar mais, faça isso.
  • Lembre de verificar a mistura a cada 45 minutos para que a temperatura não aumente, mexendo a cada vez.
  • No fim do tempo, desligue o fogo e deixe esfriar até a temperatura ambiente.
  • Agora é hora de coar. Se tiver pano de queijo, perfeito. Se não, use um coador bem fino. Posicione sobre a tigela e despeje a mistura por cima. Quando todo o líquido estiver coado, esprema bem para extrair o máximo do óleo.
  • Depois, coloque a tigela da mistura na geladeira ou freezer. O óleo se separará da água e solidificará na superfície. Assim que separar e solidificar bem, basta remover o óleo e descartar a água.
  • Aqueça o óleo lentamente e transfira para seu pote ou recipiente.

 

Pronto! Agora você é o orgulhoso dono de um lote delicioso de óleo de cannabis, pronto para adicionar em suas receitas favoritas. Ele dura cerca de 1 mês na geladeira ou até 1 ano no freezer. Se você coou com pano de queijo, sobrará praticamente zero matéria vegetal, aumentando ainda mais a durabilidade do óleo.

9. Conclusão e Recomendações

Comestíveis de maconha mostraram ter efeitos positivos para nossa saúde de diversas formas, ajudando a lidar com questões físicas e psicológicas. No entanto, ainda há muito a ser descoberto à medida que a ciência avança no estudo desta aliada médica (que não é tão nova, mas está retornando). 

Apesar de mais estudos serem necessários para termos mais certeza dos vários benefícios que a cannabis medicinal pode trazer, não dá para negar os resultados positivos já visíveis. Por que não experimentar e perceber os benefícios por si mesmo? Só lembre de ter cuidado e consumir a dose certa! 

 

REFERÊNCIAS EXTERNAS

  1. Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), Ida Ghlichloo e Valerie Gerriets, 2020 - https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK547742/


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