Qual a altura das Autoflores?
- 1. Tamanho médio das autoflores
- 2. As condições de cultivo perfeitas
- 3. Problemas fáceis de resolver que podem afetar o crescimento
- 4. Fatores principais que podem afetar o crescimento
- 5. Escolhendo o tamanho do vaso
- 6. Distância e ciclo da luz
- 6. a. O tipo de luz e distância perfeitos
- 6. b. Ciclo de luz para autoflores
- 7. Nutrientes para autoflores
- 7. a. Nutrientes orgÂnicos ou sintÉticos?
- 8. Técnicas de treinamento da planta para controle de altura e máximo yield
- 8. a. Low-stress training (lst)
- 8. b. High-stress training (hst)
- 9. Conclusão
Se você é novo no cultivo de autoflores, pode ficar curioso sobre o tamanho médio das plantas autoflorescentes. Assim como em qualquer tipo de jardinagem, a altura final das plantas de cannabis autoflorescentes pode ser afetada por diversas variáveis – desde o tamanho do vaso, cronograma e qualidade dos nutrientes, tipo e distância da iluminação, o quanto de estresse é suportado, e ainda se há presença de pragas ou doenças.
Em geral, as autoflores crescem cerca de 50 a 100cm, mas algumas podem atingir até 150 cm, independentemente da genética. É possível ter algum controle sobre a altura final das plantas usando o ciclo de luz e o tamanho do vaso corretos. É natural que quem está cultivando pela primeira vez queira saber qual será a altura da planta para planejar seu espaço de cultivo. Neste artigo, vamos explicar tudo que você precisa saber para se preparar para o seu ciclo.
1. Tamanho Médio das Autoflores
O cultivador precisa entender o espaço necessário para suas autoflores para conseguir montar um local confortável para que as plantas se desenvolvam. Enquanto uma autoflore típica normalmente cresce entre 50 a 100 cm (1,5 a 3 pés), aqui na Fast Buds você encontra variedades que podem crescer até 150 cm (59 in), como Orange Sherbet Auto ou Original Auto Amnesia Haze.
Claro que, nos dois casos, elas podem crescer menos ou mais, dependendo das condições de cultivo e dos fenótipos específicos. Existem vários fatores que podem afetar sua planta, vamos explicar os principais tópicos a seguir.
Dica: Se você está tendo problemas com sua autoflore crescendo demais, pode utilizar técnicas de Low Stress Training para controlar o alongamento.
Altura Média da Autoflore Durante o Período Vegetativo
Como você vai ler abaixo, a altura da autoflore vai depender de como a genética expressa suas características quando exposta às condições de cultivo, como tamanho do vaso, temperatura, umidade, espectro de luz, nutrientes etc. Por isso, é impossível dizer exatamente quanto uma autoflore vai crescer durante o período vegetativo, mas, como referência, pode-se estimar que uma determinada planta crescerá cerca de 40 a 60% de sua altura durante o período vegetativo.

Isso significa que, por exemplo, uma autoflore dominante Sativa será mais alta que uma auto dominante Indica desde a semente. Então, para te dar uma ideia, vamos comparar uma de nossas autoflores mais altas com uma das mais baixas, a Amnesia Haze Auto e a Afghan Kush Auto, que apresentam uma grande diferença quando o assunto é altura da planta.
Nossa Amnesia Haze Auto cresce de 90 a 150 cm, enquanto a Afghan Kush Auto vai de 60 a 90 cm, o que significa que, se você germinar ambas ao mesmo tempo, a muda da Afghan Kush Auto começará bem menor do que a Amnesia Haze Auto e a diferença de altura continuará durante todo o período vegetativo, com a Amnesia Haze Auto atingindo cerca de 80 cm até a última semana desse estágio e a Afghan Kush Auto aproximadamente 50 cm.
| Crescimento Médio de Autoflore Durante o Período Vegetativo | ||
|---|---|---|
| Estágio de Crescimento | Mínimo | Máximo |
| Estágio Vegetativo | 40% do crescimento total da planta | 60% do crescimento total da planta |
Altura Média da Autoflore Durante o Estágio de Flora
Assim que ambas as plantas entram no estágio de pré-floração, e até a segunda ou terceira semana de floração, ambas vão se esticar e continuar crescendo, mas mantendo a diferença de altura; Isso significa que a Amnesia Haze Auto quase dobrará de tamanho, chegando a cerca de 150 cm ao final da floração enquanto a Afghan Kush Auto também dobrará de tamanho, mas ficará em torno de 90 cm.

Lembre-se que todas as cepas são diferentes e pode ser que sua planta não estique tanto quanto as do exemplo, mas todas as plantas de cannabis esticam nas primeiras semanas de floração, então, como parâmetro, você pode calcular que suas plantas crescerão cerca de 40-60% do tamanho durante o vegetativo e os restantes 60-40% durante a floração.
2. As Condições de Cultivo Perfeitas
Assim como as cepas fotoperiódicas, o ambiente ideal para autoflores são temperaturas entre 20-25°C e umidade relativa na faixa de 50-70%. Lembre-se que cada strain pode reagir de forma diferente, então use essa informação como um guia. Sempre preste atenção à reação da sua planta e ajuste conforme necessário.

Mantendo um bom ambiente, sua autoflore poderá chegar ao máximo do seu potencial. Temos cepas que crescem facilmente até 130cm (51in) como a Wedding Cheesecake Auto, desde que no ambiente certo. Tudo depende de criar as condições perfeitas de cultivo para cada variedade específica.
3. Problemas Fáceis de Resolver que Podem Afetar o Crescimento
Estes são problemas (relativamente) fáceis de resolver que podem afetar o crescimento da sua planta:
- Clima;
- Problemas com pragas;
- Nível de pH;
- Frequência de rega.
Esses fatores menores podem afetar negativamente o crescimento, atrofiando a planta e prejudicando o rendimento. Se não tratados por muito tempo, podem até matar sua planta.
Felizmente, esses problemas podem ser resolvidos esperando o substrato secar antes de regar novamente, ajustando os níveis de pH antes da rega, verificando diariamente a presença de insetos e ajustando a umidade e/ou circulação de ar. Se identificado a tempo, é possível resolver rapidamente e são questões relativamente simples, então vamos focar nos fatores principais.
Observação: Problemas com pragas podem ficar muito difíceis de controlar se não tratados logo, ao perceber cedo você evita danos. Se chegar ao ponto de ter que aplicar algum tipo de controlador de pragas (de preferência natural), lembre-se: NUNCA aplique qualquer tipo de controle de praga durante a floração, apenas se for extremamente necessário. Isso vai impactar FORTEMENTE o seu produto final, principalmente no sabor e aroma das flores.
4. Fatores Principais que Podem Afetar o Crescimento
Estes são fatores principais que podem afetar o crescimento, tanto de forma positiva quanto negativa. Eles podem impactar seriamente sua autoflore e, diferente dos fatores menores, afetam mais rápido e podem matar a planta rapidamente.
Os principais fatores são basicamente os seguintes:
- Tamanho do vaso;
- Distância e ciclo da luz;
- E nutrientes.
5. Escolhendo o Tamanho do Vaso
O tamanho do vaso é um aspecto muito importante para a altura da sua planta autoflorescente e determina o limite de até onde ela pode crescer. Se o vaso for pequeno demais, sua planta ficará enraizada (ou seja, as raízes não têm mais espaço para crescer), afetando a absorção de nutrientes. Sua planta não conseguirá "respirar" bem e é mais provável que morra ou produza quase nada se não for transplantada rapidamente.
Recomendamos seguir sempre as informações do breeder, normalmente já indicam uma altura aproximada e você pode partir disso para planejar. No geral você pode usar o seguinte guia (lembrando que é estimado e pode variar):
- Cerca de 60cm (23in) – vaso de 7L (1,8 gal);
- Até 100cm (40in) – vaso de 8-10L (2,1 - 2,6 gal);
- 100cm (40in) ou mais – vaso de 12L (3,1 gal).

Dica: Se ainda está na dúvida, escolha o vaso de 12L (3,1 gal) para garantir, só que você usará mais substrato e nutrientes do que o necessário. Usar um vaso maior também evita o estresse do transplante.
Você também pode tentar cultivar uma autoflore alta em um vaso pequeno; às vezes elas se adaptam, às vezes não, o melhor é experimentar diferentes cepas e testar.
6. Distância e Ciclo da Luz
Todas as plantas dependem de luz para viver, e as autoflores não são diferentes. Ao cultivar outdoor este não é um problema. Mas se você cultiva indoor, este é um dos problemas mais comuns. É muito difícil replicar artificialmente a luz do sol, e o tamanho das autoflores é tremendamente afetado pela distância da luz e pelo ciclo de luz.
O Tipo de Luz e Distância Perfeitos
Se a luz está longe demais, sua planta vai esticar demais e produzir flores "aéreas". Se estiver muito próxima, sua planta pode sofrer queimaduras pelo calor que vão travar o crescimento e não vão oferecer a produtividade esperada.
Sempre comece seguindo as recomendações da marca e ajuste conforme necessário para garantir que as luzes estejam à distância ideal.
Dica: Manter as luzes à distância perfeita e ajustar conforme o estágio é o fator-chave para que a planta cresça ao máximo. Mantenha a luz mais alta ou diminua a intensidade durante o vegetativo, e mais baixa ou aumente a intensidade durante a floração.
Você também precisa considerar qual tipo de iluminação vai usar. Existem algumas opções diferentes.
- Iluminação CFL ou fluorescente – É a opção mais barata para cultivadores de cannabis indoor. Luzes CFL são boas para mudas, fáceis e baratas de instalar. Consomem pouca energia e são fáceis de encontrar, porém não têm potência suficiente para cultivar plantas grandes e saudáveis que gerem buds densos e resinados como gostamos.
- Iluminação HID – As luzes High-Intensity Discharge (HID) foram o padrão-ouro do cultivo há décadas. Oferecem ótimas possibilidades de yield, são super confiáveis, produzem iluminação consistente e são simples de operar. Mas também têm desvantagens. Geram muito calor, podendo aumentar muito a temperatura e queimar a colheita, consomem bastante energia e as lâmpadas devem ser trocadas todo ano.
- Iluminação LED – Os LEDs são os "novatos" do cultivo. Por anos foram vistos como inferiores aos HID, mas hoje a tecnologia se desenvolveu tanto que já superaram outras opções. São mais eficientes no uso de energia, produzem menos calor (permitindo ficarem mais perto do topo das plantas sem causar queimaduras), e proporcionam yields enormes com terpenos de altíssima qualidade. O preço ainda é superior e é preciso tomar cuidado com painéis baratos. Procure marcas conhecidas como Mars Hydro, Spider Farms, Bloomspect e Viparspectra.
Lembre-se que uma autoflore pode produzir apenas 10g (0,3oz) se não receber luz suficiente, ou mais de 150g (5oz) com o ambiente ideal.
Ciclo de Luz para Autoflores
Plantas autoflorescentes aceitam ciclos 24/0, 18/6 ou 12/12 (onde o primeiro número equivale às horas de luz e o segundo, às de escuridão; luz/escuridão). Recomendamos no mínimo 4h de escuridão para o descanso da planta. O efeito pode variar conforme a genética da strain.

Dica: Mais luz nem sempre significa mais crescimento. Algumas strains se adaptam bem ao 24/0, enquanto outras podem ficar estressadas. Se não tem certeza, opte pelo ciclo 18/6. A tolerância ao 24/0 depende da genética da sua planta.
7. Nutrientes para Autoflores
As plantas autoflorescentes não são exigentes com o que comem. Só precisam da combinação certa de nutrientes para crescerem saudáveis e fortes, resultando em yields maiores e uma planta mais feliz de forma geral. Não fornecer a combinação e quantidade correta de nutrientes para cada estágio prejudica a planta.
Excesso de nutrientes pode queimar sua planta. Ela vai mostrar sintomas de toxicidade de nutrientes e terá dificuldade de absorver elementos, ficando doente, menor e produzindo pouco.
Se faltar nutrientes, a autoflore apresentará sintomas de deficiência. Sem nutrientes não há crescimento e o resultado é semelhante à toxicidade: crescimento limitado e yield baixo. Se ficar sem nutrientes por muito tempo, a planta pode morrer.
NUTRIENTES ORGÂNICOS OU SINTÉTICOS?
Essa é uma das escolhas mais difíceis para quem decide começar a cultivar, mas é uma decisão que precisa ser tomada já no começo.
As opções orgânicas alimentam a vida microbiana do solo, que decompõe tudo e libera os nutrientes em uma forma que a planta consegue absorver. Adubações orgânicas costumam ser menos complicadas, funcionam de maneira de liberação lenta, o que reduz drasticamente as chances de excesso/fertilização, e a vida microbiana age como uma barreira natural à pragas, fungos e doenças. Há evidências anedóticas de que opções orgânicas geram melhores perfis de terpenos no yield do que as sintéticas, mas isso não foi estudado profundamente.
As opções sintéticas de nutrientes permitem ajustar a dosagem com precisão para qualquer estilo de cultivo, oferecendo ao cultivador um controle maior sobre o momento e concentração da adubação. Plantas de cannabis precisam de diferentes proporções dos macro nutrientes principais conforme o estágio do cultivo, e com nutrientes minerais é possível fornecer exatamente o que a planta precisa, na hora certa. Os nutrientes sintéticos também são mais econômicos, e depois de acostumar a preparar a solução nutricional são fáceis de usar.
Mas qual opção oferece crescimento mais rápido?
Bem, isso depende tanto do estilo de cultivo quanto do tipo de nutriente. Quase sempre, sistemas hidropônicos oferecem o crescimento mais robusto e yields maiores. Mas há cultivadores que preferem o cultivo em solo, então a resposta não é tão simples. No geral, para iniciantes, recomendamos nutrientes sintéticos com substrato de fibra de coco. O coco oferece as principais vantagens do solo e da hidro, ainda sendo fácil e prático de utilizar.
Ao comprar fertilizantes, recomendamos optar sempre por alimentação orgânica. Siga sempre a quantidade informada na embalagem.
Dica: Às vezes, os fabricantes recomendam uma quantidade de nutrientes maior do que a planta realmente precisa. Recomendamos começar com metade da dose, ou até menos, e sempre preferir nutrientes orgânicos. Com produtos orgânicos, as chances de queimar sua planta são bem menores.
8. Técnicas de Treinamento da Planta para Controle de Altura e Máximo Yield
Os cultivadores utilizam diversas técnicas de treinamento de plantas por diferentes razões, as duas principais são controlar a altura e potencializar o rendimento. Ao manipular como a planta cresce, e o formato que ela assume, podemos "enganar" a planta para distribuir de forma mais eficiente os nutrientes e hormônios de crescimento por toda a estrutura. Isso promove um crescimento mais homogêneo dos buds e ajuda a manter as plantas sob controle. Conheça as três técnicas principais usadas para esses objetivos... Estas técnicas de treinamento dividem-se em dois grandes grupos – Low-Stress Training (LST) e High-Stress Training (HST).
Low-Stress Training (LST)
LST consiste em técnicas que alteram lentamente o formato da planta sem travar o crescimento. Existem diversas formas de fazer isso, sendo a mais comum o "Método Amarrado". Funciona exatamente como o nome sugere: conforme a planta se desenvolve, os galhos são amarrados e direcionados para a forma desejada. Normalmente é feito amarrando o caule principal com barbante, arame ou abraçadeira plástica. Se você usa um vaso de plástico barato, pode fazer pequenos furos na borda para prender as amarrações, acrescentando mais amarras à medida que a planta cresce e espiralando ao redor do vaso. Isso força a planta a crescer no plano horizontal e permite que os galhos se desenvolvam no mesmo nível da planta principal.

Temos ainda o SCROG. SCROG quer dizer 'Screen Of Green', ou seja, uma técnica que usa uma tela ou rede para fazer a planta crescer no plano horizontal. Funciona de forma muito similar ao amarrado, e quando ambos são usados juntos gera o melhor resultado. A malha facilita o controle de altura. Montar uma tela SCROG é simples. Você vai precisar de armações para prender a tela (de preferência de madeira, metal ou PVC) e do material da tela – tela plástica, arame de galinheiro, ou mesmo uma rede de pesca servem. O PVC é o mais fácil, sem necessidade de ferramentas: corte os tubos no tamanho, junte usando conectores de canto formando um quadrado e estique a tela por cima. Prenda três ou quatro pernas ao redor do vaso e mantenha a tela entre 50 e 70 cm acima do solo.
High-Stress Training (HST)
A lista de técnicas HST é bem maior e as técnicas em si são bem mais intensas. O HST se baseia em métodos que impõem mudanças rápidas (e até brutais) na estrutura da planta para forçar alterações drásticas no padrão de crescimento. Essas técnicas podem realmente causar danos permanentes se mal feitas, e a maioria não serve para cepas autoflorescentes. Como as autos têm um "temporizador" genético, o período vegetativo é determinado e não há tempo suficiente para as plantas se recuperarem do estresse severo causado por técnicas de HST. Algumas técnicas comuns de HST são:
- Topping
- Fimming
- Super Cropping
- Monster Cropping
- Mainlining
- Desfoliação
Fimming
O Fimming é semelhante ao Topping. Em vez de cortar a ponta/coroa inteira na base, você corta a cola apical ao meio. Isso estressa o suficiente para interromper o crescimento dessa ponta principal, estimulando os galhos secundários a assumirem. Normalmente gera duas colas principais como no Topping, mas se for feito perfeitamente podem surgir até quatro novas colas principais.
Super Cropping
Super Cropping envolve manipular os galhos de forma bastante extrema para imitar danos que ocorrem naturalmente ao ar livre pelo vento ou tempestades. Cultivadores outdoor podem confirmar que galhos dobrados geralmente voltam a crescer mais grossos e fortes, e é nesse princípio que a técnica se baseia.
Topping
Topping é uma técnica comum para quem quer controlar a altura mantendo o ótimo rendimento. Consiste em remover o topo do caule principal, logo acima de onde estão os novos galhos. Isso é chamado "coroa" e, ao remover, você força a planta a formar duas colas em vez de uma, reduzindo a altura total e aumentando o yield.

Pode ser feito várias vezes para continuar dobrando as colas principais, mantendo o crescimento mais horizontal.
Monster cropping
Essa técnica também usa manipulação, mas, ao invés de forçar várias colas principais, foca em criar muitos buds secundários próximos ao solo que normalmente não seriam aproveitados. O método consiste em tirar clones das pontas dos galhos já em floração e colocá-los novamente no ciclo de luz vegetativo. Isso pode promover crescimento incrivelmente intenso. Embora não seja uma técnica indicada para iniciantes, pode gerar formações interessantes e yields enormes.
Mainlining
Mainlining é uma técnica que remove a cola apical por completo, treinando os galhos baixos a se tornarem colas principais. Funciona melhor com strains Indica ou mais ramificadas que altas. É uma das técnicas mais estressantes para a planta, então certifique-se de seguir um cronograma regular e que todos os galhos estejam em comprimentos parecidos, senão o dossel pode ficar desigual, com crescimento descontrolado.
Desfoliação
Desfoliação é o processo de remover folhas leque e merece um artigo inteiro... aqui está!
9. Conclusão
Compreender esses fatores é essencial para qualquer cultivador. As plantas são muito delicadas e mesmo um pouco de estresse pode afetá-las. Tenha sempre cuidado e atenção aos sinais que sua planta envia. Esses detalhes farão toda a diferença na colheita. Cuide das suas plantas com carinho e amor – garantimos que elas responderão de forma positiva. Lembre-se: plantas são seres vivos.
Se você tem dicas para ajudar a controlar a altura das plantas, compartilhe com outros cultivadores deixando seu comentário abaixo!
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